A Luz Que Ficou, o primeiro Livro de Mário Fróis

Mário Fróis, riomaiorense, talvez não muito conhecido exatamente pela sua escrita, mas mais nas “artes agrícolas industriais”, resolveu dar-nos o que “durante décadas permaneceu no seu íntimo” e trouxe à luz o seu primeiro livro.

Páginas que nos mostram que “o romance e a poesia surgem vivos, intensos e autenticamente humanos”: a luz que ficou.

 

“Mário Fróis, natural de Rio Maior, nasceu a 5 de março de 1980. Desde muito cedo descobriu na escrita um refúgio e uma forma intensa de sonhar o mundo. Entre folhas rabiscadas, poemas guardados em silêncio e textos que tantas vezes acabavam rasgados, foi alimentando, ao longo dos anos, uma paixão profunda pela palavra escrita.

Aos 46 anos, decidiu finalmente vencer o medo e arriscar publicar o seu primeiro livro, dando voz a emoções, memórias e sentimentos que durante décadas permaneceram apenas no íntimo do autor. A sua escrita revela uma alma apaixonada, onde o romance e a poesia surgem vivos, intensos e autenticamente humanos.

Com uma linguagem sensível e emocional, Mário Fróis afirma-se como um autor que acredita no poder das palavras para tocar o coração dos leitores e recordar que o amor, os sonhos e a poesia continuam bem vivos.”

 

O amor não é apenas encontro. É transformação.

Aqui, o amor não é apenas encontro. É transformação. É a forma como alguém entra em nós e altera o ritmo dos dias, a maneira como pensamos, sentimos e existimos. É presença que se instala, mas também ausência que permanece, ocupando espaço mesmo depois da despedida.

Cada poema é uma tentativa de tocar o que ficou. Não para prender. Não para voltar atrás. Mas para compreender e atravessar.

Há uma intimidade crua nestas páginas — não a que se mostra ao mundo, mas a que vive em silêncio dentro de nós. Feita de pequenos gestos, memórias persistentes e silêncios que primeiro pesam… e depois curam.
Se leres devagar, talvez reconheças algo. Talvez não nas palavras, mas no espaço entre elas. Talvez não na história, mas na sensação.

Porque este livro não fala apenas de duas pessoas. Fala daquilo que acontece dentro de nós quando nos permitimos sentir profundamente.
E daquilo que permanece, mesmo depois de tudo o resto partir.

A edição é da “autografia”. E já à venda.

 

[Imagens: MFF]

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