
Carlos Paião deixou-nos há 37 anos, numa das suas passagens, em viagem, por Rio Maior a caminho de um espetáculo.
Carlos Paião, de seu nome Carlos Manuel Marques Paião, faleceu a 26 de Agosto de 1988, vítima de um violento acidente de automóvel, quando se dirigia para um concerto nas festas em honra de S. Ginésio, em Penalva do Castelo. Passaram 37 anos.
O acidente aconteceu na antiga Estrada Nacional 1, na Amieira (freguesia de Asseiceira, Rio Maior).
A sua morte foi alvo de polémica por não ser claro se foi culpado do acidente que o vitimou, juntamente com Carlos Sousa que o acompanhava, especulando-se se um conjunto de instrumentos e equipamentos que vinham dentro da viatura, um furgão, o terão atingido na cabeça aquando do embate da viatura que fazia uma ultrapassagem e embateu num camião.
O seu corpo foi sepultado em São Domingos de Rana, freguesia do concelho de Cascais.
Estava a preparar um novo álbum intitulado “Intervalo”, que acabou por ser editado em setembro desse ano, e cujo tema de maior sucesso foi: “Quando as nuvens chorarem”.
[Imagem: Jornal e Albergaria]



