
Trabalhadores da Nobre de Rio Maior estiveram hoje naquela que foi a 28ª greve desde 2023.
Os trabalhadores exigem o aumento do seu salário, a valorização do subsídio de refeição, do trabalho noturno e 25 dias de férias.
A implementação de diuturnidades e o fim do recurso à contratação precária são também reivindicações.
Esta foi uma 2ª feira de greve, mais uma, naquela que é a 28ª paralisação desde 2023, em resposta à recusa da empresa em negociar o caderno reivindicativo.
A paralisação foi convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura e das Indústrias de Alimentação, Bebidas e Tabacos de Portugal (SINTAB) e decorreu durante todo o dia.
Em comunicado, o Sindicato aponta a falta de vontade da empresa para negociar o caderno reivindicativo e foi decidido voltar à greve, o que os trabalhadores lamentam.
Durante a última greve, no passado dia 12 de março, foi entregue à administração da empresa uma moção com a reivindicações dos trabalhadores, sendo que até ao momento a empresa não apresentou qualquer resposta, quer ao caderno reivindicativo, quer à moção apresentada, assumindo assim que não irá fazer qualquer revisão salarial nem se interessar pelas reivindicações dos trabalhadores, pode ainda ler-se.
[Imagem: SINTAB]



